Loran Cole, de 57 anos, foi executado por injeção letal na quinta-feira, 29 de agosto, no presídio estadual da Flórida em Raiford. A execução foi cumprida às 18h15 locais (19h15 em Brasília), conforme anunciou o Departamento de Correções do estado.
Cole foi condenado à pena de morte em dezembro de 1995 pelos crimes cometidos em fevereiro de 1994, que incluíam o assassinato de um estudante universitário de 18 anos e o estupro da irmã da vítima. O jovem, aluno da Universidade Estadual da Flórida, foi morto enquanto acampava com a irmã na Floresta Nacional de Ocala. A irmã foi amarrada a uma árvore e só conseguiu escapar no dia seguinte.
Além de Cole, um cúmplice identificado como William Paul também foi implicado nos crimes. Paul recebeu uma sentença de prisão perpétua e não foi executado.
A execução de Cole foi marcada por uma série de desafios legais. Na tarde de quinta-feira, a Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou um recurso de última hora que alegava que Cole sofria de doença de Parkinson e pedia a suspensão da execução.
Em 2024, 13 execuções foram realizadas nos Estados Unidos até o momento, refletindo a contínua aplicação da pena de morte no país, apesar das controvérsias e debates sobre a sua ética e eficácia.
