Os ataques israelenses em Beirute, no Líbano, resultaram na morte de pelo menos 31 pessoas, incluindo três crianças e sete mulheres, segundo o Ministério da Saúde libanês. Este é o maior ataque registrado desde o início da guerra na Faixa de Gaza, conforme fontes oficiais. O Hezbollah, que confirmou a morte de 16 de seus membros, incluindo líderes importantes, disparou 150 foguetes em resposta aos bombardeios.
As tensões entre Israel e o Líbano aumentaram, com o Exército israelense e o Hezbollah envolvidos em confrontos diários na fronteira. O primeiro-ministro libanês condenou os ataques, afirmando que Israel ignora questões humanitárias. O ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, indicou que as operações continuarão até que os moradores do norte do país possam retornar em segurança para casa.
Enquanto isso, o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, denunciou os ataques israelenses como crimes contra crianças. Israel, que ainda não se pronunciou oficialmente sobre os bombardeios, havia sinalizado uma mudança em sua estratégia militar, focando na região norte, após uma série de explosões que resultaram em 37 mortes no Líbano.
